21 out 2022 | Entretenimento
A história gira em torno das amigas Agatha e Sophie, que são mandadas para escolas diferentes e tentam se adaptar à nova vida

Um dos lançamentos de outubro da Netflix, A Escola do Bem e do Mal chegou ao catálogo no último dia 19 e já está entre os filmes mais assistidos da plataforma. A produção conta a história das amigas Sophie e Agatha e é inspirada no livro homônimo de Soman Chainani, mas o longa alterou alguns pontos da história original. Confira abaixo as diferenças entre o livro e o filme.
LEIA MAIS >> Como ‘The Crown’ irá mostrar os últimos dias da Princesa Diana?
A Imperatriz: saiba o que é real e ficção na série baseada na história de Elisabeth ‘Sissi’
A saga que conta a história dos jovens que são destinados à Escola do Bem, que prepara os heróis e princesas, como Agatha, e à Escola do Mal, que forma os vilões e para onde Sophie é mandada, é composta por seis livros, mas a plataforma de streaming focou em narrar apenas o primeiro volume.
Se no filme o corpo docente é formado apenas por cinco professores, no livro é o dobro, dez professores; o ponto interessante é que alguns dão aula nas duas escolas.
Este é um dos pontos que mais diverge entre as duas obras. No livro, a Prova dos Contos é uma disputada entre os dez melhores alunos do Bem, os Sempre, e os dez melhores do Mal, os Nunca. No Filme, essa parte é transformada em um duelo entre Sophie e Tedros para provar o amor entre os dois.
Como aconteceu com Sophie e Agatha, para fazer parte das escolas é preciso pedir, mas, mesmo assim, essa admissão não acontece com frequência. Há 20 anos nenhum jovem de Galdavon, cidade da dupla, conseguia entrar na escola. No livro, essa matricula é bem mais simples. A cada quatro anos duas crianças são levadas pelo próprio diretor da escola, e cada uma segue para uma das escolas.
A livraria do filme possui um acervo diverso, já no livro, apenas contos de fadas são vendidos. O que intriga é que ninguém sabe de onde vem os exemplares, eles apenas se materializam na livraria.