Márcia Travessoni – Eventos, Lifestyle, Moda, Viagens e mais

Entre em contato conosco!

Anuncie no site

Comercial:

[email protected]

Redação:

[email protected]

Marina Bitu inaugura primeira loja física em São Paulo e celebra raízes nordestinas

16 out 2025 | Moda

Por Redação

Marca cearense abre espaço em Pinheiros no dia 25 de outubro, após desfile na SPFW, com proposta de unir moda, afeto e identidade cultural

Cecilia Baima e Marina Bitu, as fundadoras da grife cearense Marina Bitu (Foto: Reprodução/Instagram)

“O público encontrará um espaço de identidade e de orgulho de origem.” É assim que a designer de moda Marina Bitu define o sentimento que antecede o próximo grande passo de sua carreira. No dia 25 de outubro, a marca que leva seu nome inaugura sua primeira loja física, localizada em Pinheiros, um dos principais polos criativos de São Paulo. O novo espaço será também o ponto de venda de parte das peças apresentadas no desfile da marca na SPFW, que acontece nesta quinta-feira (16).

LEIA MAIS >> Brasileiras brilham em desfile da Victoria’s Secret com Gabi Moura e Alessandra Ambrosio

Anjos do Natal 2025: confira as estreias da 9ª edição

Em entrevista à Forbes, Marina destacou que a loja é fruto de uma construção coletiva e afetiva. “A loja foi pensada como um lugar de troca, onde nascerão encontros, conversas apaixonadas sobre criar, fazer moda e celebrar nossas raízes. Mais do que roupas, o público verá um pedacinho de todos nós. Um pouco de tudo e de todos”, afirma.

Um espaço para sentir a marca

Fundada em 2017, a marca Marina Bitu nasceu da parceria entre a designer e Cecília Baima, CEO e cofundadora. Para Cecília, a abertura da loja é um desdobramento natural de uma trajetória guiada por propósito. “Mais do que um ponto de venda, queremos que a loja seja uma presença sensorial. Um convite para conhecer a marca com o tempo que ela merece”, explica.

Desde o início, o trabalho da marca é profundamente conectado ao artesanato nordestino. Rendeiras, ceramistas, mestres do couro e da palha colaboram não apenas na produção, mas também no processo criativo das coleções. “Estar perto das artesãs é conviver com outras gerações, com mulheres experientes e suas histórias. O artesanato é o design conectado à natureza, ao território, à cultura e às relações humanas de um lugar. Nem toda troca profissional permite vivenciar tantos afetos e camadas de sentido”, reflete Marina.

Cecília complementa que essa relação é também um compromisso com o desenvolvimento coletivo. “Trouxemos matérias-primas naturais, como as palhas vindas diretamente do Nordeste, texturas orgânicas e elementos que remetem ao território. Essa combinação reflete o nosso desejo de unir o regional ao global: valorizar a raiz sem perder o olhar para o mundo”, diz.

Entre o labor e a celebração

Antes da inauguração da loja, a marca apresenta, nesta quinta-feira (16), sua nova coleção na São Paulo Fashion Week. A proposta é uma celebração do fazer manual e da beleza encontrada nos gestos cotidianos.

Inspirada em Djanira da Motta e Silva (1914–1979), artista que transformou a pintura em crônica e retratou o Brasil popular com sensibilidade única, a coleção é fruto de uma parceria com o Instituto Pintora Djanira. “Entre o labor e a celebração, nasce uma coleção que encontra beleza no gesto”, descreve a grife sobre o processo.

Assim, a Marina Bitu reafirma seu propósito: transformar o ato de vestir em uma experiência de pertencimento, arte e memória, onde cada costura carrega o pulsar de um território e a força das mãos que o constroem.

Publicidade

VEJA TAMBÉM

Publicidade

PUBLICIDADE