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"Vaia Cearense"

Diego Chehin

8 out 2021

Cinco nomes da música cearense para tocar no Spotify

Amelinha

Amelinha

Se a música cearense tivesse escola, Amelinha seria uma das professoras. Nascida em Fortaleza, Amelinha tomou conta do país com músicas como “Frevo mulher” e “Foi Deus que fez você”, em uma carreira iniciada em 1974, em plena ditadura militar. Não à toa, Amelinha é respeitada como símbolo maior da cultura cearense.

Belchior

Belchior

Dono de uma voz inconfundível, foi, no entanto, compondo que Belchior entrou para a lista máxima da MPB, principalmente, por conta do hino “Como nossos pais”, sacralizado na voz de Elis Regina. Entre outros sucessos, destaque para “Paralelas”, gravada por tantos, mas que me emociona na voz de Elba Ramalho.

Fagner

Fagner

Dentro dessas entidades do nosso Estado, um salve para Fagner, representante máximo da música cearense e, talvez, o maior expoente da cultura musical do Ceará pelo país. Seja cantando sobre as velas do Mucuripe ou nos embalando com borbulhas de amor, Fagner é pedido obrigatório.

Matuê

Matuê

Nascido em Fortaleza, o rapper se mudou para os Estados Unidos aos 8 anos de idade. Lá, descobriu a força do rap e do trap, que anda dominando as playlists dos jovens atualmente. Explodiu em 2017 com a canção “Anos luz” e, desde então, vem colecionando milhões de views pelas plataformas.

Sérgio Sá

Sérgio Sá

Pouco conhecido entre os cearenses, foi na década de 1970 que Sérgio lançou seu maior sucesso como intérprete, “Listen”, mas adotando o pseudônimo Paul Bryan. Vítima de cegueira congênita, Sérgio ganhou as paradas musicais como compositor e foi gravado por Roberto Carlos, Tim Maia, Fábio Júnior, entre outros.

A “Vaia Cearense” é uma interjeição sonora típica do Ceará, usada para celebrar algo ou demonstrar entusiasmo. É uma forma também de cearenses se reconhecerem em qualquer parte do mundo.

Diego Chehin

@poncedeleondiego

Jornalista, professor, gestor de mídias e pai de três. No Site MT, trabalha como editor.

Diego Chehin