É inegável o poder imagético e cultural da cantora islandesa Björk. Ao longo de uma carreira que já se estende por 24 anos, a artista multifacetada já se aventurou das maneiras mais absurdas, por universos fantásticos da música, do cinema e da tecnologia, sempre inovadora, sempre cativante, porém nunca sob a ótica da mesmice, característica da indústria do entretenimento. Toda essa influência será concentrada na exposição “Björk Digital”, que chega ao MIS (Museu da Imagem e do Som) de São Paulo, a partir do dia 18 de junho, e fica em cartaz até 18 de agosto de 2019.

A mostra terá 6 sessões, compostas por instalações de realidade virtual imersiva em 360º extraídos de seu penúltimo álbum, Vulnicura, lançado em 2015: Stonemilker, Black Lake, Mouth Mantra, Quicksand, Family e Notget. O mix de arte e tecnologia tem curadoria do Manchester Internacional Festival e teve sua estreia oficial em 2016, no Carriageworks, em Sydney (Austrália), como parte do festival Vivid Sydney. Nos últimos anos a expo também viajou por Tóquio, Londres, Moscou, Barcelona, Los Angeles e México.

Além dos 6 vídeos, “Björk Digital” apresentará o projeto educativo Biophilia e uma sala de cinema onde o público poderá ver diversos clipes de sua carreira, entre eles os marcantes Human Behavior” e Army Of Me, de sua parceria com o diretor Michel Gondry (Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças), e It’s Oh So Quiet” e Triumph Of A Heart, dirigidos por Spike Jonze (Ela).

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