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Dia dos Avós: cearenses compartilham aprendizados e memórias

Por Jacqueline Nóbrega
Dia dos Avós: cearenses compartilham aprendizados e memórias
Com a avó materna Elenir Sales, Luiz Victor Torres aprendeu a levar a vida sempre com muito bom humor (Foto: Reprodução/Instagram)

Quando pensamos nos nossos avós, as lembranças de infância, o cheiro da comida predileta e ensinamentos especiais logo nos vêm à mente. Para celebrar Dia dos Avós, comemorado neste domingo (26), o Site MT perguntou para vários netos quais foram os maiores aprendizados que eles tiveram com essas figuras que inspiram afeto, histórias e muito amor.

Sarinha Philomeno contou que as melhores lembranças que têm de sua avó, Beatriz Philomeno Gomes, são os ensaios de teatros que a família faz todos os anos na noite de Natal. “São minhas filhas que estão vivendo hoje esse momento tão especial para nossa família”, diz. Ser humilde e delicada, sempre com Deus no coração, foi a maior lição que Dona Beatriz passou para a neta.

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Sarinha e a avó, Beatriz Philomeno Gomes (Foto: Arquivo pessoal)

O criador de conteúdo Luiz Victor Torres também tem lembranças especiais das duas avós, materna e paterna. A avó paterna, Teresinha, já faleceu, mas deixou como herança para o neto o amor pela gastronomia e pelas viagens. “Ela amava conhecer novas culturas. Meus avós, inclusive, foram donos de agência de turismo. Um sonho que ela tinha era viajar para a Turquia. Quando eu fui a primeira vez, em 2017, foi muito marcante pra mim porque ela não conseguiu realizar esse sonho. Minha avó Teresinha também amava comer, e eu herdei isso dela.”.

Já a avó materna Elenir Sales, que se inspirou no neto para criar um perfil no Instagram, passou como lição para Luiz Victor levar a vida sempre com muito bom humor. “Ela leva tudo com descontração, faz piada dela mesma, não tem tempo ruim”.

Inspiração profissional

A estilista Amanda Chrisóstomo tem uma história tão interligada com a da avó materna, Maria Mirtes, que criou uma marca de underwear em homenagem a ela, a “Vovó quem fez“. “Minha avó foi o meu primeiro contato com o mundo na moda no conceito mais ‘mão na massa'”, explica.

Nos quatro primeiros anos da marca, inclusive, Amanda contou com a ajuda da musa inspiradora na linha de frente de produção. “Como ela mesma gostava de dizer: ‘Se não tiver bem feito, não leva a etiqueta com meu nome’. Hoje em dia vovó continua com seus olhos de águia, agora moderníssima, analisando, acompanhando e sempre fazendo observações precisas das criações, mas do seu precioso smartphone”, conta a neta.

Ela é a minha mulher no mundo! Meu exemplo mais real de força, garra, de resiliência e resolução”, completa Amanda.

Mirtes foi a inspiração na hora de Amanda criar a marca “Vovó quem fez” (Foto: Arquivo pessoal)

A avó da chef Marina Araújo também foi referência na hora dela escolher o caminho profissional a seguir. “A comida da minha avó é a melhor do mundo”, conta ela sobre o tempero de Ruth. A chef lembra que vê-la preparando caruru no fogão a lenha, no sítio da família no sertão, está entre suas lembranças preferidas. “Também amo o peixe frito e o feijão de corda que ela faz”.

“O maior aprendizado que minha avó me passou é ver como as mulheres são fortes. Ela sempre cuidou de tudo no sítio, é uma mulher muito correta, honesta e corajosa. E um exemplo de humanidade”, completa Marina.

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