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Como levar a arte urbana para ambientes internos em projetos de arquitetura

12 jul 2022 | Living

Por Redação

Os artistas visuais Cigana e Berin contam a experiência de levar a arte urbana para além dos muros

Grafite assinado pelo artista visual Berin (Foto: Arquivo pessoal)

A arte urbana, que já colore muros e painéis a céu aberto há algum tempo, vem ganhando cada vez mais espaço em ambientes internos. Casas, ambientes corporativos e lojas ganham mais cor com trabalhos de artistas visuais como Berin e Cigana, que fazem intervenções em diferentes tipos de superfície. 

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Ambos os artistas realizam trabalhos em muros e fachadas, locais onde tradicionalmente se encontra o grafite, mas também pintam quadros, paredes de casas, clínicas de yoga e diversos outros locais.

“A arte urbana vai além da tendência e até mesmo do lance cultural. Para mim, ela só está tomando o lugar que sempre foi dela, com toda essa galera que faz um movimento de revolução com seu trabalho”, defende Berin, que faz arte “desde que se entende por gente”, desenhando personagens de animes que gostava quando criança. 

Berin começou a se aventurar na arte desenhando personagens de animes (Foto: Arquivo pessoal)

O contato maior com a arte veio na adolescência, quando ele conheceu o grafiti, e também após realizar um curso de arte urbana, em 2016, no Porto Iracema das Artes. Apesar da grande habilidade artística, Berin fez várias pausas na carreira pela falta de acesso a oportunidades de trabalho, e também por não conseguir usar os materiais no fim do curso, o que o fez voltar para o desenho tradicional.

Erika Miranda, que atende pelo nome artístico de Cigana, também descobriu o talento para o desenho ainda na infância e começou a trabalhar com arte em 2015, quando começou a grafitar e pesquisar sobre arte urbana, período em que ainda cursava Arquitetura e Urbanismo. 

Cigana (Foto: Arquivo pessoal)

Nos trabalhos de Cigana, predominam as cores azul, roxo e rosa. “Fica um colorido vibrante que agrada muitas pessoas”, explica a artista, cuja assinatura é a presença constante de figuras femininas, tanto em ambientes internos quanto externos. “Depende muito da necessidade e proposta sugerida pelo cliente. Às vezes são só elementos específicos, às vezes é na parede toda, cada caso é um caso”, explica.  

Arte em ambiente interno feita pela artista visual Cigana (Foto: Arquivo pessoal)

Quando o assunto é tinta, Cigana não vê problema em usar as que são destinadas a ambientes externos em todos os espaços. “Ela é mais resistente, então funciona bem em ambientes internos também”, conta. Berin prefere o látex, normalmente fosco, para conseguir aplicar uma camada de verniz ao final da obra e garantir mais durabilidade ao trabalho. “O tempo de vida das obras de artes na parede, em ambientes fechados, é geralmente longo, principalmente quando se tem o cuidado do cliente”, diz. 

Este conteúdo tem o apoio de Tintas Iquine, marca brasileira que possui várias tintas em spray, com acabamento fosco, brilhante, semi brilhante, luminoso e metalizado; e desenvolvidas para serem aplicadas em superfícies variadas, desde cerâmica e gesso até metais. Saiba mais no site oficial da Iquine.

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