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Plataforma de venda de itens de luxo de segunda mão cresce 100% nas vendas online durante pandemia

5 ago 2021 | Moda

Por Redação

Gabriela Leal é fundadora e CEO da Prettynew (Foto: Divulgação)

Fundada em 2014 pela empresária Gabriella Constantino Leal, de 29 anos, a plataforma Prettynew cresceu 100% nas vendas do e-commerce em 2020, durante a pandemia.  “Mesmo com a pandemia e as restrições na loja física, a expectativa para 2021 é forte. Até o momento, registramos um crescimento de 60%, o que  já ultrapassa o crescimento anual de 46% em 2019”,  ressalta a fundadora e CEO da Prettynew.

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A plataforma Prettynew, uma das pioneiras na venda de peças de luxo second hand no país, se firma como um dos principais players do setor com um crescimento vertiginoso de 952% desde a sua fundação e prevê um crescimento anual de 50% para os próximos anos, atestando que a tendência de consumo de itens de luxo de segunda mão vem se consolidando cada vez mais no Brasil em sintonia com a tendência mundial do segmento.

A projeção da Thredup, uma das maiores empresas do mercado de resale online, aponta  que o segmento de segunda mão irá ultrapassar o de fast fashion nos próximos anos. De acordo com o Boston Consulting Group (BCG), na pesquisa para o Vestiaire Collective, outra gigante da categoria, o mercado mundial de segunda mão deve crescer 15% a 20% ao ano nos próximos cinco anos.

Economia colaborativa

O crescimento robusto é apenas um dos fatores saudáveis da Prettynew. Ancorada na economia colaborativa, a plataforma faz girar peças que estão paradas no armário freando a produção acelerada do mercado da moda e impulsionando uma engrenagem mais sustentável para o setor. “Nosso modelo de negócio impacta positivamente o meio ambiente. Desde o início da plataforma geramos uma economia de cerca de 10 milhões de litros de água, volume que teríamos consumido caso as peças tivessem sido produzidas”, destaca a empresária.

O e-commerce Prettynew atende ao consumidor que vem buscando formas mais inteligentes de consumir moda, ao estimular a cultura do second hand, e vem quebrando o preconceito do vintage. “Logo que fundei a plataforma Prettynew, há quase 7 anos, existia muito preconceito do público consumidor. O segmento de revenda online de luxo era pouco conhecido no Brasil. Ao longo dos anos, o consumidor vem se tornando cada vez mais aberto a esse tipo de produto”, avalia a empresária.

Acervo

Se no início, o negócio encontrou resistência, hoje surpreende. Quando nasceu, o portfólio era constituído por peças de acervo de familiares e amigos. Atualmente, é composto por 250 marcas com as principais grifes de luxo do mundo como Chanel, Dior, Hermès, Prada, Burberry, Gucci, entre outras. Recentemente, ampliou a segmentação com a adição de grifes nacionais consagradas como Reinaldo Lourenço, Gloria Coelho, Cris Barros, Mixed, NK Store.  Além da procura de itens-desejo como acessórios, bolsas, vestuário e sapatos, a plataforma possui também seções masculina e infantil – são cerca de 200 novas peças por mês que passam por um criterioso processo de curadoria. Um dos nichos que vem ganhando atenção dos consumidores é o de joalheria. Marcas como Carla Amorim, H.Stern e Antônio Bernardo vem sendo amplamente procuradas.

A plataforma cuja proposta é ressignificar a forma de consumir moda e luxo vai além. Outra iniciativa de destaque, o programa social intitulado “Share Love”  doa R$10 a cada peça vendida. Desde 2016, beneficiou instituições como o Instituto de Tratamento do Câncer Infantil; Projeto Kaapu, em prol  das Índias da tribo Wai Wai, em parceria com o EcoEra da stylist Chiara Gadaleta, além do Hospital Materno Infantil de Brasília. Desde 2019, o cliente é quem escolhe o projeto que deseja contribuir dentro das categorias educação e meio ambiente.

Durante a pandemia, com o intuito de ajudar mais, diversas doações foram realizadas como para a Casa do Rio, Lar da Mãe Mariana e o Bazar Beneficente da influenciadora Silvia Braz, onde contribuiu com R$ 100 mil.

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