A primeira-dama de Fortaleza, Carol Bezerra, na companhia do prefeito Roberto Cláudio, realizou, na última quinta (4), visita domiciliar a uma das famílias beneficiadas pelo Programa Cresça com Seu Filho/Criança Feliz, moradores do bairro Genibaú. Durante o encontro, que também teve a presença de representantes do Ministério da Saúde, foi anunciada que a ampliação da política pública implantada pelo Gabinete da Primeira-Dama para todas as Regionais deve ocorrer até o final de outubro.

De acordo com informações coletadas no site da Prefeitura, diante da novidade, haverá uma nova capacitação de agentes e visitadores serão contratados para atuar onde há ausência de profissionais para visita semanal.

Atualmente com atuação em mais de 35 bairros das Regionais I, V e VI, o Cresça com Seu Filho/Criança Feliz já realizou 106.301 visitas domiciliares, impactando a vida de 8.424 crianças de zero a três anos em situação de vulnerabilidade social na Capital, e capacitando 797 agentes comunitários e 223 enfermeiros.

No dia anterior, Carol Bezerra se reuniu com o Comitê Gestor do Programa Cresça com Seu Filho/Criança Feliz. O objetivo do encontro foi traçar estratégias de fortalecimento da Primeira infância

Durante as visitas domiciliares, que acontecem semanalmente, os agentes comunitários incentivam que as crianças desenvolvam, por meio de uma rede interdisciplinar, maiores possibilidades de desenvolvimento psicossocial e educacional na primeira infância.

Em depoimento ao site da Prefeitura de Fortaleza, Carol Bezerra elencou os benefícios práticos do programa. “A criança que é bem cuidada e estimulada vai ser uma criança mais tranquila e feliz. Por isso batemos na tecla da primeira infância e essa visita do Ministério é importante pra impulsionar o Programa que vai passar por ampliação. Os impactos são muito positivos e quanto mais crianças atendidas, melhor”, chegou a dizer.

Sobre
Lançado em outubro de 2014, o Cresça com Seu Filho/Cresça Feliz é pioneiro no Brasil e é acompanhado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento e pelo Ministério da Saúde. O programa é visto como um projeto piloto para avaliar o impacto da coleta de dados apresentados pelos agentes de saúde e, a partir de resultados, expandir o programa para todo o País.

Foto: Ariel Gomes