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Ceará lidera ranking internacional de transparência no combate à pandemia

Por Redação
Ceará lidera ranking internacional de transparência no combate à pandemia
Além de divulgar os dados sobre a pandemia online, o governador Camilo Santana realiza lives semanais para atualizar os dados do combate. (Foto: Reprodução/ Governo do Estado)

O Ceará foi listado no primeiro lugar do ranking de transparência nas ações e gastos para o enfrentamento da pandemia de Covid-19, elaborado pela ONG Transparência Internacional. A análise dos dados foi feita entre os dias 20 e 23 de julho, nos portais de 26 estados e do Distrito Federal.

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Entre os critérios para a elaboração do ranking estava se a divulgação de informações sobre o combate à pandemia acontecia de forma clara para o entendimento do cidadão. Os estados do Espírito Santo e Rondônia estão logo abaixo do Ceará na lista.

Ceará está no topo do ranking de transparência da ONG Transparência Internacional. (Foto: Reprodução/ Transparência Internacional)

Em 2019, a Secretaria de Saúde do Estado do Ceará (Sesa) implantou o Programa de Integridade (Compliance), no qual a transparência está entre os pilares. De acordo com a assessora de Controle Interno e Integridade da Sesa, Ana Cláudia Moura, as ações do programa incluem “reestruturação das áreas, de modo a potencializar o melhor fluxo para o cumprimento da missão, avaliação de riscos dos processos, implantação do Código de Conduta Ética e estruturação da área de Controles Internos e Integridade”.

Flexibilização monitorada

No sábado (1º), o governador Camilo Santana anunciou, pelas redes sociais, o avanço nas fases de retomada das atividades econômica, mantendo Fortaleza na Fase 4 e ainda sem autorização de funcionamento para bares e cinemas e demais eventos que gerem aglomeração. Ele também descartou o retorno de aulas presenciais de escolas e universidades por enquanto.

Os municípios da Macrorregião de Fortaleza avançam para a Fase 4, já os das macrorregiões do Sertão Central e Litoral Leste/Jaguaribe continuam na Fase 2. A Macrorregião Norte segue para a Fase 2, assim como a do Cariri sai da fase de transição e vai para a Fase 1. As decisões são baseadas na sequência de bons números dos indicadores sanitários e epidemiológicos.

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