Márcia Travessoni – Eventos, Lifestyle, Moda, Viagens e mais

Entre em contato conosco!

Anuncie no site

Comercial:

comercial@marciatravessoni.com.br
Telefone: +55 (85) 3242 0333

Redação:

conteudo@marciatravessoni.com.br
conteudo1@marciatravessoni.com.br

Ceará quer aumentar relações com a China, diz vice-presidente da Fiec

11 mar 2021 | Notícias

Por Redação

Estado cujo setor industrial tem uma intensa relação comercial com as empresas chinesas, o Ceará tem interesse em ampliar relações com a China, segundo defendeu a vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), Roseane Medeiros, durante webinar realizado na quarta-feira (10). O encontro online foi realizado pela Câmara Chinesa de Comércio do Brasil e Câmara Internacional de Negócios, com apoio do Centro Internacional de Negócios (CIN), órgão da Fiec.

LEIA MAIS >> Fiec lança estudo para fomentar indústria de cosméticos e perfumes no Ceará

M. Dias Branco divulga startups selecionadas em projeto junto ao Senai

“Temos trabalhado para tornar o Ceará cada vez mais um bom lugar para investidores”, disse Roseane, que ressaltou o papel da Fiec no apoio ao investidor por meio do Observatório da Indústria. A gestora, que é também secretária executiva de Indústrias do Governo do Estado, listou os principais clusters do Ceará que podem interessar a China, como a Cadeia Produtiva da Saúde, Energias Renováveis, Tecnologia da Informação e Comunicação e Agronegócio.

As exportações do Ceará para a China cresceram 383% entre 2019 e 2020, passando de US$ 51,2 milhões para US$ 247 milhões. Em relação às importações, também houve aumento de um ano para o outro: em 2019, foram US$ 413,9 milhões e US$ 562,8 milhões em 2020, o que representa um aumento de 36%. Apesar da boa relação comercial entre o Ceará e o país asiático, o contexto pandêmico pode fragilizar essa parceria.

Segundo a gerente do CIN, Karina Frota, a limitação do transporte de produtos e o alto preço dos fretes tem impactado nas cadeias globais de suprimentos e causado restrições no mercado internacional. “Muitas empresas estão fragilizadas, principalmente micro e pequenas. A internacionalização é um dos indutores do crescimento e a enxergamos como oportunidade de negócio nesse momento de recuperação econômica”, afirmou.

Segundo Karina Frota, a limitação do transporte de produtos e o alto preço dos fretes tem causado restrições no mercado internacional. (Foto: Divulgação)

A gestora exemplificou as ações que tracionaram os negócios entre Ceará e China: ida à Canton Fair, encontros de negócios, realização da Missão Macau, identificação de fornecedores, projeto de importação e investimentos estrangeiros.

Também palestraram no webinar o gerente geral da Câmara Chinesa de Comércio do Brasil, Arthur Guimarães; e o empresário da Aaron Rótulos e Etiquetas, Luciano Aragão, participante da deleção Canton Fair 2019. O webinar foi aberto pela cônsul geral da China no Recife, Yan Yuqing, e contou também com apresentação do representante da Eletra Energy Solutions (empreendimento da chinesa Hexing Electrical), Cheng Rui.

Publicidade

VEJA TAMBÉM

Publicidade

PUBLICIDADE