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Doe de Coração inicia em setembro e tem marca desenvolvida por Francisco de Almeida

Por Jacqueline Nóbrega
Doe de Coração inicia em setembro e tem marca desenvolvida por Francisco de Almeida
O cearense Francisco de Almeida disse estar emocionado com o convite para participar da campanha Doe de Coração (Foto: Marília Camelo/Arquivo)

Com o objetivo de informar e encorajar a população sobre a doação de órgãos e tecidos, a Doe de Coração inicia a 18ª edição no dia 8 de setembro. Realizada pela Fundação Edson Queiroz, a campanha contará com uma programação mensal com eventos presenciais e virtuais, além de marca desenvolvida pelo artista cearense Francisco de Almeida.

Em vários pontos estratégicos de Fortaleza, ações para informar, conscientizar e mobilizar a sociedade acontecerão em estações de cartas e selfie points, seguindo os protocolos de segurança. Virtualmente, lives sobre doação de órgãos e interações também prometem mobilizar sobre o tema durante o período chamado Setembro Verde, já que em 27 de setembro acontece o Dia Nacional de Doação de órgãos. 

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Além disso, cinco mil blusas e máscaras serão distribuídas entre alunos e professores da Universidade de Fortaleza, funcionários do grupo Edson Queiroz, profissionais da saúde e pacientes de hospitais públicos e privados que são parceiros da Fundação Edson Queiroz no Estado.

Refit

Em 2020, o artista cearense Francisco de Almeida foi convidado para criar um refit da marca da campanha. O xilogravurista elaborou um coração em tom suave de vermelho, tendo em seu interior um anjo dourado e duas pombinhas brancas em cada lado. Segundo Francisco, a obra tem um significado especial para ele.

Em 2020, a marca da campanha teve intervenção de Francisco de Almeida (Foto: Divulgação)

“Eu fiquei muito emocionado pelo convite fabuloso que recebi por conta que, há pouco tempo, minha esposa passou por um procedimento cirúrgico. No hospital, conversando com os médicos ao longo de vários dias, fiquei mais perto da sensação do ato de doar. Eu já tinha uma paixão há longo tempo sobre esse gesto, mas nunca tinha acontecido tão próximo comigo”.

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