13 abr 2020 | Notícias
Devido à expansão do novo coronavírus no Brasil, a projeção do mercado financeiro para o crescimento da economia em 2020 foi reduzida. O recuo do Produto Interno Bruto (PIB) passou de 1,18% para 1,96%. É a nona redução consecutiva. Para o ano que vem, a expectativa de aumento do PIB subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de crescimento em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.
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O dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 que foram registrados na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.
Pela quinta vez seguida, as instituições financeiras avaliadas pelo Banco Central diminuíram a previsão de inflação desde ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%. Para os próximos três anos, a estimativa de inflação segue em 3,50%.
A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo Banco Central. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.
Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom), tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.
Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições financeiras mantiveram a previsão em 6% ao ano.
Fonte: Agência Brasil