O artista plástico Diego de Santos abriu a exposição ‘Fato atípico e outros delitos existenciais’, no último sábado (6), na Sem Título Arte, em Fortaleza. A mostra reúne trabalhos realizados nos últimos dois anos, ainda inéditos na capital cearense. 

As obras revelam o paralelo e as nuances entre Caucaia, cidade natal de Diego, e o Rio de Janeiro. Os trabalhos em desenho, instalação, objeto e vídeo foram pensados no contexto de deslocamento entre essas duas cidades tão diferentes.

Exposição ‘Fato atípico e outros delitos existenciais’

O artista apresenta sua noção de morada com um olhar muito atento aos fenômenos sociais e políticos das metrópoles em que ele se divide. A abertura da exposição contou ainda com visita guiada de Fernanda Lopes, curadora assistente do Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro.

Diego de Santos 

Diego de Santos é formado em Artes Plásticas pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). Entre suas principais mostras individuais, estão “Poema 193” (em 2017); “Lar é Onde Ele Está” (em 2014) e “Arranha-Verso” (em 2009).

O artista plástico cearense já ganhou prêmios da Funarte, do Portos Iracema das Artes, do Sesc Amapá, entre outros.

Fotos: Alex Campêlo