Lide Ceará reúne associados em preview da exposição ‘Leonilson por Antonio Dias’

Por Bruno Brandão
Lide Ceará reúne associados em preview da exposição ‘Leonilson por Antonio Dias’
Edson Queiroz Neto, Nicinha Dias, Felipe Rocha e Max Perlingeiro entre os que prestigiaram o momento - Foto: Alex Campêlo

O Lide Ceará abriu o calendário cultural de 2020 reunindo, na última quarta-feira (22), um grupo de filiados para conhecer o preview da exposição ‘Leonilson por Antonio Dias’. Organizada por Bia e Max Perlingeiro, a mostra chega na galeria Multiarte, em Fortaleza, após passar pelo Rio de Janeiro e São Paulo.

Alguns objetos de Leonilson expostos na mostra – Foto: Alex Campêlo
Bia e Max Perlingeiro – Foto: Alex Campêlo

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Com 38 obras do artista cearense Leonilson (1957-1993), pertencentes ao amigo paraibano Antonio Dias (1944-2018) e ao Projeto Leonilson, o abre para o público acontece nesta sexta-feira (24) e segue até o dia 20 de fevereiro. Entre os itens expostos, estão pinturas, fotografias, objetos e cartas trocadas entre os amigos artistas.

De acordo com Max Perlingeiro, essa será a última oportunidade de conferir a mostra, já que após Fortaleza, ela será encerrada. “É o fechamento de um ciclo. O projeto foi concebido durante uma conversa com Antonio em Fortaleza, porém, seguiu para o Rio de Janeiro, onde estreou. Daqui, os itens retornam para a família de Antonio e para o projeto Leonilson, que tanto nos ajudou na produção”, pontua.

Entre os que circularam pela preview: Edson Queiroz Neto, Felipe Rocha, Lino Villaventura, Ana Virginia Furlani e Natasha Dias Branco.

Lino e Inês Villaventura
Sandra Viana e Tereza Ximenes Távora – Foto: Alex Campêlo
Rossini e Glaydes Esmeraldo – Foto: Alex Campêlo
Victor Perlingeiro e Haim Erel – Foto: Alex Campêlo

Amizade entre artistas

Max Perlingeiro relembra como começou a amizade entre Leonilson e Antonio, que resultou na exposição: “Ao chegar na estação de trem em Milão, vindo de Madrid, Leonilson resolve ligar para Antonio, cujo contato lhe fora passado por Arthur Luiz Piza em Paris, por intermédio de Geraldo Holanda Cavalcanti, embaixador do Brasil junto à Unesco. Na ligação, imediatamente, Antonio diz: “vem pra cá”. Dali em diante começou uma grande amizade, com respeito mútuo, confiança, afeto, que durou até a morte de Leonilson”, afirma.

Confira mais cliques por Alex Campêlo:

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