logo

Ricardo Cavalcante e Romildo Rolim falam sobre ajuda do BNB aos empresários do Nordeste

Por Redação
Ricardo Cavalcante e Romildo Rolim falam sobre ajuda do BNB aos empresários do Nordeste
Na reunião, feita por meio de videoconferência, os presidentes de sindicatos pontuaram dúvidas e fizeram sugestões ao representante do BNB. (Foto: Divulgação)

A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) realizou, na última quinta-feira (2), uma videoconferência entre o diretor da instituição, Ricardo Cavalcante, e o presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim, na qual debateram sobre benefícios implementados pelo BNB para ajudar pequenos, médios e grandes empresários nordestinos na retomada econômica.

Na ocasião, o presidente da Fiec conduziu os trabalhos e reforçou a importância dos incentivos liberados pelo Governo Federal. “O Governo Federal soltou os recursos, mas eles não estão chegando na ponta, e nós precisamos entender o porquê. Inclusive, sugerimos alguns caminhos, por exemplo via Receita Federal, para que as linhas de crédito que os empresários possuem com as instituições financeiras não fiquem comprometidas”, apontou. Os presidentes de sindicatos pontuaram dúvidas e fizeram sugestões ao representante do BNB.

LEIA MAIS >> Pacote tributário é alento para a indústria, diz Ricardo Cavalcante

Fiec orienta negociação com bancos e de folhas de pagamentos

Avaliação individual

Romildo Rolim reforçou a necessidade de conciliar o suporte aos empresários com a responsabilidade de administrar o dinheiro público. “É muito importante avaliar caso a caso e é isso o que tentamos fazer, pois só assim conseguimos prever a capacidade de endividamento de cada empresa”, esclareceu.

O presidente do BNB apresentou, ainda, as medidas adotadas pela instituição durante a pandemia, como o FNE Emergencial. Esta linha de crédito foi criada para enfrentar as consequências geradas pela Covid-19, inclusive capital de giro associado, desde que limitado a 1/3 do total financiado, e capital de giro isolado, a partir do financiamento de todas as despesas de custeio, manutenção e formação de estoques, incluindo despesas de salários e contribuições e despesas diversas. “Muitos empresários precisaram garantir a liquidez dos seus negócios”, pontuou.

Veja também