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Érika Neves revela como usa plantas na decoração de casa

23 maio 2021 | Living

Por Redação

Érika Neves cresceu rodeada de plantas e levou o verde para o apartamento onde mora com o marido. (Foto: Arquivo pessoal)

A redatora UX Érika Neves herdou da mãe o gosto por plantas e flores. Ela conta que cresceu na cidade do Crato, no Cariri cearense, onde sempre era rodeada de árvores. “Havia muitos frutos como carambolas, acerola, sapoti, e também hortaliças e plantas decorativas como samambaias, antúrios e dracenas”, relembra. Em entrevista ao Site MT, ela revela mais memórias afetivas da infância e conta como usa plantas na hora de decorar os espaços de forma mais natural.

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Quais são as melhores plantas para ambientes internos

“O interesse da minha mãe já foi influenciado pelos meus avós que gostaram sempre de plantas. Ao me mudar para Fortaleza, pensei que não era possível cultivar uma selva no apartamento, fui deixando passar, e com o tempo fui perdendo o interesse. Mas no começo do ano passado comecei a plantar algumas ervas, por estímulo do meu marido que gosta muito de cozinhar por hobby. Nós começamos a plantar manjericão, tomilho, cebolinha, e vi ser possível ter plantas em casa. É ótimo ter essas ervas frescas ao alcance das mãos quando precisamos”, diz a redatora.

De acordo com Érika, além de decorar a casa, as ervas também são usadas por ela e o marido, o consultor legislativo, Helder Farias, para fazer comida caseira. “Usamos o manjericão, por exemplo, para fazer molho pesto e pizza marguerita. Já com a hortelã temperamos comidas árabes e fazemos drinks como o mojito”, detalha. O tomilho, acrescenta, vai no gin tônica, enquanto a cebolinha é usada para temperar os preparos de inspiração asiática ou nas saladas.

Alecrim é uma das ervas cultivadas na casa da redatora. (Foto: Arquivo pessoal)
(Foto: Arquivo pessoal)

O bom resultado com as ervas incentivou o casal a investir em plantas ornamentais. “As primeiras que comprei foram as jiboias, marantas, uma buganvília e uma Espada-de-São-Jorge, mas não sabia quase nada sobre fertilização e manter essas plantas saudáveis. Fui aprendendo com vídeos tutoriais no YouTube, lendo artigos em blogs e conversando com amigos”, relata a redatora. 

Na hora de comprar as plantas, ela busca lojas de jardinagem do próprio bairro, no Luciano Cavalcante, e no Mercado da Flor, localizado na Avenida Pontes Vieira. “Lá tem diversas opções e muitas lojas. Fui comprando plantas e aprendendo a cuidar delas. Perdi algumas plantas no caminho, infelizmente, por falta de conhecimento, mesmo porque não é tão simples cuidar de plantas, nem todas podem ser tratadas iguais, as regras diferem, assim como a quantidade de sol e fertilizante”, detalha. 

Na sala de casa, o rack em madeira natural é adornado pela Espada-de-São-Jorge e por marantas. (Foto: Arquivo pessoal)
A jiboia é destaque sobre um suporte que brinca com a geometria. (Foto: Arquivo pessoal)

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‘Mãe de planta’

Para Érika, cuidar das plantas diariamente é uma forma de terapia. “Vejo se elas precisam de adubação, de água ou claridade. Começamos a entender as vontades e necessidades das plantas, elas avisam quando precisam de água, de claridade, e vão moldando a forma que estão em casa”, explica. Essa relação com o verde ganha um significado ainda maior para a redatora, que se relaciona de forma diferente com as plantinhas. “Algumas até converso quando estão com dificuldade de adaptação a algum ambiente novo. Costumo perguntar: ‘O que você tem? Está precisando mudar de lugar?’, é como se fosse um pet mesmo”, garante.

Para Érika, as plantas são como os pets da casa. (Foto: Arquivo pessoal)

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