Bruna Magalhães detalha viagem para Patagônia chilena

Por Jacqueline Nóbrega
Bruna Magalhães detalha viagem para Patagônia chilena
Bruna Magalhães e Ravi Macêdo retornaram encantados com o destino, cercado de vulcões e cenários paradisíacos. (Fotos: Arquivo Pessoal)

Bruna Magalhães e Ravi Macêdo escolheram um destino ousado para o feriado de Carnaval, em fevereiro deste ano. Os noivos – que selam a união no próximo dia 4 de julho, em Paracuru – embarcaram para a reserva biológica de Huilo-Huilo, na Patagônia chilena, acompanhados de Patrícia e Amarílio Macêdo, pais de Ravi.

A reserva é conhecida pelos vulcões, lagos glaciais e cenários paradisíacos. A população, e os hotéis da região, estão conectados à floresta. É uma viagem para quem gosta de estar em contato com a natureza.

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Ao Site MT, Bruna relatou que o destino exótico ainda não foi descoberto pelos brasileiros. “O lugar é bastante turístico, mas principalmente para os chilenos e americanos. A gente não encontrou nenhum brasileiro. Até quando contávamos que éramos brasileiros, eles ficavam felizes que o destino estava sendo descoberto”, conta.

O quarteto se hospedou no hotel Nothofagus, que chama atenção pela arquitetura excêntrica. “São vários hotéis lado a lado, todos têm acesso um para o outro. Você vai andando, pra ter acesso ao outro hotel, pela floresta mesmo. É super legal!”, acrescenta Bruna.

Hotel Nothofagus, onde o grupo se hospedou

Conhecer o vulcão Mocho, para Bruna, foi um dos passeios mais marcantes para a família. “O vulcão ‘acorda’ a cada 150 anos. Depois, os turistas vivenciam uma experiências de queijos e vinhos, sendo estes inclusive orgânicos da região”.

“A gente também fez um dia uma aula de caiaque em um lago, até pra entender um pouco mais da natureza deles. A maior atividade de lá, antigamente, antes de virar uma reserva, era produção de lenha. Por isso que lá não tem nenhuma árvore milenar, só centenária”, contextualiza ela.

Paraíso quase exclusivo

Bruna destaca que o destino é pequeno, mas acredita que o local ainda vai crescer com o turismo em evidência. “Todas as atividades para os turistas são externas. Andar de cavalo, de caiaque, eles escalam os vulcões, montanha, gostam mesmo do contato com a natureza… A reserva não tem academia, por exemplo. Eles falam pra gente praticar esporte fora dos hotéis”.

Bruna e Ravi tiveram a companhia de Amarílio e Patrícia Macêdo

A maneira mais fácil de chegar a Huilo-Huilo é ir até Santiago e de lá, pegar um voo para Temuco. Depois, o ideal é pegar um transfer, que pode durar até três horas, até o hotel escolhido pelo viajante.

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