4 ago 2021 | Notícias

Garra, empatia, emoção … As Olimpíadas de Tóquio chegaram para relembrar toda a magia que os esportes podem proporcionar, trazendo momentos que ficarão marcados na história. Exemplo desse movimento, a britânica Katarina Johnson-Thompson deu uma aula de superação na manhã desta quarta-feira (4). Favorita na prova dos 200 metros rasos do heptatlo, a atleta sentiu dores na região do tendão de Aquiles durante a prova e não conseguiu acompanhar as concorrentes. Decepcionada com a situação, a representante do Reino Unido caiu na pista e viu o atendimento chegar com a cadeira de rodas. Porém, ela recusou ajuda no momento para completar o circuito mancando. Mesmo com todo o esforço, Thompson acabou sendo eliminada por ter invadido outra raia enquanto estava no chão, mas foi responsável por uma das cenas mais emocionantes das Olimpíadas. Assista ao vídeo:
ESPÍRITO OLÍMPICO
— ge (@geglobo) August 4, 2021
Uma daquelas cenas que entram pra história das Olimpíadas! 👏🏼
A britânica Katarina Johnson-Thompson era favorita nos 200m do heptatlo, mas sentiu lesão e caiu na pista. Mesmo com dores, ela levantou e terminou a prova https://t.co/cRWwKGVdfE pic.twitter.com/SiJ7LZi439
a heptatleta katarina johnson-thompson se machucou na prova de 200m e decidiu terminar a prova assim mesmo. lenda! pic.twitter.com/ZjmRLSx7mc
— mundinho tokyo 2020 br (@raphael_alves) August 4, 2021
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Em Tóquio, outros momentos marcantes foram protagonizados por mulheres. A empatia de jovens skatistas alavancou o sucesso do esporte nas Olimpíadas, por exemplo. De casa, o público foi conquistado pelos abraços entre as atletas, que vibravam com a performance das outras, e o apoio demonstrado às competidoras quando sofriam quedas, reforçando uma linda mensagem de respeito entre si.

Inclusive, o Skate Park foi palco de uma cena memorável, nesta quarta-feira (4): a japonesa Misugu Okamoto esteve entre as três melhores durante as eliminatórias e as finais da prova, caiu na última bateria e acabou perdendo o bronze para Sky Brown, da Grã-Bretanha. Ao sair da pista, visivelmente chateada, chorou muito e foi acolhida e carregada no colo pelas outras outras atletas. Exemplo!
A sororidade em Tóquio também foi percebida durante o recorde histórico atingido pela colombiana Yulimar Rojas no salto triplo — a primeira atleta do seu país a ganhar ouro nas Olimpíadas. Os internautas se emocionaram ao testemunhar a espanhola Ana Paleteiro comemorar o feito com um caloroso abraço. A adversária ficou com o bronze. Esse é o espírito olímpico!
Boooooooom!!
— Jordi Magrinyà (@MagrinyaJordi) August 1, 2021
By Ana Peleteiro i Yulimar Rojas. pic.twitter.com/NCtqQzPURm
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Estreante nos Jogos Olímpicos, a escalada rendeu uma cena memorável. A polonesa Aleksandra Miroslaw quase quebrou o recorde mundial de velocidade na qualificatória, com 6,97 segundos – apenas um centésimo atrás da melhor marca já feita. Ela não segurou a emoção ao terminar a prova e foi apelidada de “spiderwoman” (mulher aranha) na web.
