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Comércio e turismo pedem flexibilização do isolamento para recuperar economia, aponta pesquisa da Fecomércio-CE

1 abr 2021 | Notícias

Por Redação

Uma pesquisa de opinião realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços de Turismo no Ceará (Fecomércio-CE) aponta que 74,1% dos entrevistados defende a flexibilização do isolamento social, abrindo as empresas como medida de estímulo à economia e para evitar o desemprego. A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 27 de março, com 2.031 pessoas, a maioria delas identificadas como empresários (37,9%) e trabalhadores formais (36,4%). O relatório foi apresentado à imprensa, nesta quinta-feira (1º), pelo presidente do Sistema Fecomércio Ceará, Maurício Filizola.

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O levantamento apontou ainda que 56,6% dos respondentes da pesquisa se posicionaram contra a implementação do lockdown para a contenção do coronavírus, enquanto 38,6% são a favor. Segundo a pesquisa, 60,9% dos entrevistados está saindo de casa para trabalhar e fazer outras atividades, e outros 31,4% saem do lar somente quando é inevitável; 3,9% afirmaram estar “vivendo normalmente, sem alterações na rotina”; e 3,8% estão totalmente isolados.

Dentre os perfis de ocupação delimitados na pesquisa, 71,4% dos empresários se manifestaram contra o lockdown, opinião que é compartilhada também pela maioria dos trabalhadores informais (67,4%) e do grupo que inclui aposentados e estudantes (55,6%). A posição favorável ao lockdown foi maioria apenas entre os trabalhadores formais (54%).

O relatório apresentando ainda afirma que: “compreende-se que a vacinação massiva, o aumento gradual da circulação das pessoas nos estabelecimentos comerciais e a reação do consumo com o pagamento do auxílio emergencial podem ser alguns dos antídotos para melhorar o cenário das condições atuais do comerciante”.

Propostas

Durante a apresentação online, Maurício Filizola afirmou que um plano de retomada das atividades foi encaminhado ao Governo do Ceará. A entidade propõe que a partir do dia 5 de abril de 2021, as atividades do comércio de bens, serviços e turismo sejam flexibilizadas nos moldes das fases 1 e 2 do plano de reabertura implantado em maio do ano passado, limitados a 50% do contingente de trabalhadores dos setores contemplados e rigidez na aplicação dos protocolos de segurança.

“Entendemos que nesse começo nós temos que voltar em plenitude de setores, mas não uma plenitude do número de colaboradores, com restrição de horários. Precisamos diminuir a carga horária para entrada e saída, em termos de abertura e fechamento das empresas, para contemplar e ajudar os deslocamentos, que acabam causando aglomerações”, comentou Maurício Filizola.

O documento também propõe a fiscalização rigorosa de atividades informais e a penalização daqueles que descumprem os protocolos, assim como o comércio formal. Além disso, a entidade sugere que as empresas desse setor, que tenham condições financeiras, possam custear os testes de seus empregados, como forma de contribuir para o combate da pandemia.

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