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Empréstimo, financiamento ou consórcio: qual é o mais indicado para realizar um sonho?

Por Redação
Empréstimo, financiamento ou consórcio: qual é o mais indicado para realizar um sonho?
Saber as diferenças entre cada um é essencial para alcançar o objetivo e não comprometer o orçamento, avalia Cristina de Oliveira, da GSK. (Foto: Arquivo pessoal)

Para fazer a compra de um bem, seja ele qual for, algumas pessoas buscam crédito no mercado, por meio de empréstimos, financiamentos ou consórcios, para que a realização se torne possível. Saber as diferenças entre cada um, afirma a sócia-proprietária da GSK, Cristina de Oliveira, é essencial para alcançar o objetivo e não comprometer o orçamento.

De acordo com a consultora financeira, o que definirá a melhor opção para quem deseja adquirir um bem é a necessidade, que pode ser de curto, médio ou longo prazo. No curto, orienta a especialista, a pessoa terá que ir para um empréstimo ou para um financiamento. Se for em médio ou longo, há como pensar em um consórcio.

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“É de suma importância a ajuda de um consultor financeiro, que avaliará as necessidades e as condições quem busca crédito no mercado. Se não há entrada nenhuma, fatalmente a pessoa cairá em um empréstimo ou financiamento, o que não é aconselhado“, pontua, listando as modalidades, de pior para melhor: empréstimo, financiamento e consórcio.

Empréstimo

Quem faz empréstimo, ressalta Cristina de Oliveira, são pessoas que estão precisando adquirir determinado bem e não tem como pagá-lo imediatamente. Com isso, a pessoa estará sujeita a pagar uma taxa de juros alta a quem empresta, como as instituições financeiras e bancos.

Não é recomendado, a não ser que seja uma necessidade ou seja algo que fará que trará um retorno que o ajudará a pagar. Mas, se for para quitar alguma coisa, tem que encaixar no orçamento, senão vai se tornar uma dívida, que às vezes, as pessoas não conseguem liquidar”, explica.

Financiamento

O problema do financiamento, diz a sócia-proprietária da GSK, é que as pessoas, geralmente, só olham para o valor da prestação, não o geral, o que pode ser ruim, uma vez que o prazo de quitação não é observado como deveria.

“Você compra um bem que, quando quitá-lo, não valerá mais o que você pagou, já que ele desvaloriza por causa do tempo. Se olhar o que paga, é sempre juros e taxas, e amortiza o mínimo possível da dívida, formando uma bola de neve“, afirma.

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Consórcio

A consultora financeira destaca que o consórcio é uma ferramenta para quem se planeja para comprar algo. Nele, salienta, não há taxa de juros, só de administração, que gira em torno de 1,40% a 3% anualmente. O valor depende do tempo, entretanto, garante, o consórcio é o mais vantajoso de todos.

Nele, de acordo com Cristina de Oliveira, as empresas reúnem pessoas que têm o mesmo objetivo, no que se refere à compra de um bem, e estes vão colocando um dinheiro mensalmente em uma conta. Esta, mensalmente, contemplará um consorciado por meio de um sorteio ou lance. “Se você se planejar e colocar o valor em uma conta, terá um montante para fazer um empréstimo ou um financiamento menor, com taxas de juros menores”, aconselha.

Orientação

Ter a ajuda de um consultor financeiro, explica Cristina de Oliveira, é fundamental, pois este entenderá os objetivos que o cliente deseja almejar e buscará estratégias e delimitar um “plano b” para, caso não haja como quitar, a pessoa não corra riscos.

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