Com um superávit de US$ 13,3 milhões no setor de pescados cearense entre os meses de janeiro e abril, o valor de exportações cresceu 123,7% e de importações caiu 62%, equivalente a US$ 14,1 milhões e US$ 757,15 mil, respectivamente. É o que aponta o estudo Ceará em Comex, produzido pelo Centro Internacional de Negócios (CIN), da FIEC. Os números posicionam o Ceará no 2º lugar em exportação de pescados do País.

Os pescados mais exportados incluem o grupo de peixes congelados, exceto filés, que lideram o ranking com US$ 3,6 milhões e um avanço de 21,5%. As lagostas (Palinurus spp., Panulirus spp., Jasus spp.) também se destacam na lista, com um montante de US$ 2,5 milhões, o que representa aumento de 982,3% em 2019. A tendência, segundo a pesquisa, é que as importações do estado diminuam em relação aos pescados estrangeiros. A única exceção é bacalhau polar, que se sobressai por estar presente nas importações do período, o que não aconteceu na mesma época do ano anterior.

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Proveniente do Marrocos, a sardinha, embora tenha sofrido uma queda de mais da metade em suas importações, ainda figura como o pescado mais importado pelo Ceará, faturando US$ 386,9 mil. Os Estados Unidos são o país que mais compra pescados do Brasil, importando um total de US$ 3,8 milhões.

Por outro lado, a China surge com um grande crescimento de 361,8% comparado ao mesmo período do ano anterior, com o valor de US$ 3,03 milhões. Outro destaque foi a Austrália, que demonstrou crescimento de 526,6%, com total de US$ 1,01 milhão, ocupando a 4ª posição no ranking.

Quando o assunto são as importações feitas pelo Ceará, o Marrocos lidera, seguido de Chile e Noruega. Confira o estudo completo clicando AQUI.

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